segunda-feira, 29 de novembro de 2010



ESQUILOS SE MASTURBAM PARA EVITAR DOENÇAS SEXUALMENTE TRANMISSÍVEIS


Eles são tão bonitinhos que você provavelmente nunca os imaginou se masturbando. Mas é fato: assim como outros mamíferos e roedores, os esquilos se masturbam. E não são nada discretos, vale dizer: a zoóloga Jane Waterman, da Universidade da Flórida (EUA), passou cerca de 2000 horas observando a cópula dos bichinhos na Namíbia, na África, e os presenciou inúmeras vezes sentados na frente de outros esquilos, estimulando o próprio pênis com as patas e até com a boca. É, hardcore.

Mas, até aí, normal. Segundo ela, os machos de várias espécies de esquilos investem no prazer solitário quando não encontram uma fêmea para copular, ou então para eliminar o esperma antigo e substituí-lo por um novo, de melhor qualidade, logo antes da cópula. Mas nenhuma dessas teorias se encaixava. A maioria dos “culpados” era dos considerados “machos dominantes” (que não têm problemas em encontrar fêmeas), e eles se masturbavam com mais frequência justamente após o sexo. O ato também não fazia sentido como algum tipo de sinal para machos rivais ou para as fêmeas, segundo as observações discretas da especialista. O que a levou à teoria de que os esquilos – que, por sinal, são bem-dotados (só os testículos dos bichinhos têm cerca de 20% do comprimento total de seu corpo) – podem usar a masturbação como uma forma de se proteger contra doenças sexualmente transmissíveis.

“Esquilos fêmeas chegam a copular com até 10 machos num período de três horas. Ao se masturbarem após a cópula, os machos podem reduzir a chance de se contaminarem com DSTs, que afetam profundamente a fertilidade”, diz o estudo. Fofos eles, né?

MUSE - I BELONG TO YOU

MOLEQUE DE 8 ANOS MANDA BEM NO BREAK

domingo, 28 de novembro de 2010

5 tratamentos psiquiátricos bizarros de antigamente

1- Infecção por malária

Estamos nos anos 30 e a sífilis, incurável nessa época, é a maior causa de demência no mundo. Ninguém sabe o que fazer com tanta gente paranóica, violenta e incontrolável nos manicômios. Mas aí o médico austríaco Julius Wagner von Jauregg observou que, quando essas pessoas contraíam alguma doença que provocasse episódios de febre alta e convulsão, a loucura ia embora. O que o doutor Julius fez, então? É. Ele colocou o sangue contaminado de um soldado com malária em nove pacientes com paresia crônica, a demência que ocorre em um estágio avançado da sífilis, para que elas contraíssem febre alta e tivessem convulsões. O resultado foi impressionante e até lhe rendeu um Premio Nobel em 1927: ele conseguiu recuperação completa em quatro desses pacientes e uma melhora em mais dois. “Parece absurdo dar o Prêmio Nobel a alguém que infectava os pacientes com a malária, mas o desespero na época era muito grande”, diz Renato Sabbatini, neurocientista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Esse tratamento, obviamente, era muito perigoso (você melhorava da loucura, mas ganhava a malária de presente) e deixou de ser usado nos anos 60, com a descoberta de antibióticos e medicamentos próprios para problemas mentais.

2- Terapia por choque insulínico

Em 1927, o neurologista e psiquiatra polonês Manfred Sakel pesou a mão na dose de insulina que aplicou em uma paciente diabética (que era, dizem, uma cantora lírica famosa na época) e ela entrou em coma. Mas o que poderia ter sido um desastre virou uma bela descoberta: a mulher tinha psicose maníaco-depressiva e obteve uma notável recuperação de suas faculdades mentais. Então Sakel descobriu que o tratamento era eficaz para pacientes com vários tipos de psicoses, particularmente a esquizofrenia. “Esta foi uma das mais importantes contribuições jamais feitas pela psiquiatria”, diz Sabbatini. A técnica passou a ser usada em todo o mundo, mas o entusiasmo inicial diminuiu depois que estudos mostraram que a melhora era, na maioria das vezes, temporária. Sem contar, é claro, que era extremamente perigoso. Assim, esse tratamento também caiu em desuso após a descoberta de medicamentos mais adequados.

3- Trepanação

Achados arqueológicos mostram que a trepanação, cirurgia em que era aberto um buraco (geralmente de 2,5cm a 3,5 cm de diâmetro) no crânio das pessoas, já era feita em várias partes do mundo 40 mil anos atrás. A cirurgia era realizada em rituais religiosos para liberar a pessoa de demônios e espíritos ruins – quando, na verdade, ela era vítima de doenças mentais. Até hoje é realizada por algumas tribos da África e da Oceania para fins rituais e em alguns centros modernos de neurologia para aliviar a pressão intracraniana em caso de fortes pancadas na cabeça, por exemplo. Mas não só. “Se esse procedimento for feito por algum outro motivo, isso é bizarro e perigoso”, afirma Sabbatini. Mas existem organizações hoje que defendem essa técnica “como forma de facilitar o movimento do sangue pelo cérebro e melhorar as funções cerebrais que são mais importantes do que nunca para se adaptar a um mundo em cada vez mais rápida evolução”. Isso é o que diz o site de um grupo internacional em defesa da trepanação, que defende que qualquer pessoa que deseje melhorar suas funções mentais e sua qualidade de vida deve poder realizar o procedimento.

4- Lobotomia


Os cirurgiões americanos Walter Freeman e James Watts, que aperfeiçoaram a técnica da lobotomia.

A trepanação deu origem a outro procedimento macabro: a lobotomia, incisão pequena para separar o feixe de fibras do lobo pré-frontal do resto do cérebro. Como isso provoca o desligamento na parte das emoções, pessoas agitadas se acalmavam como se tivessem tomado tranquilizantes. Essa técnica, criada pelo neurologista português Antônio Egas Moniz, foi realizada pela primeira vez em 1935 e também lhe rendeu um Nobel, em 1949. Os resultados foram tão bons, que a lobotomia começou a ser usada em vários países como uma tentativa de reduzir psicose e depressão severa ou comportamento violento em pacientes que não podiam ser tratados com qualquer outro meio (na ocasião, não havia muitos). O problema é que a técnica, que deveria ser o último recurso, passou a ser usada maciçamente nos manicômios para controlar comportamentos indesejáveis – inclusive em crianças agitadas e adolescentes rebeldes. Entre os anos de 1945 e 1956, mais de 50,000 pessoas foram sujeitas a lobotomia no mundo inteiro. E os efeitos colaterais eram horríveis: a pessoa virava um vegetal – sem emoções, apáticas para tudo. Com o aparecimento de drogas efetivas contra ansiedade, depressão e psicoses, nos anos 50, e com a evidência de seu abuso difundido e efeitos colaterais, a lobotomia foi abandonada.

5- Mesmerismo

O médico austríaco Franz Anton Mesmer acreditava ser possível aliviar sintomas clínicos e psicológicos passando imãs sobre o corpo de seus pacientes – procedimento conhecido como mesmerismo. “Mesmer acreditava que os fluidos do corpo eram magnetizados e que muitas doenças físicas e mentais eram causadas pelo desalinhamento desses fluidos. Ele também achava que era possível obter os mesmos resultados sem os imãs, passando apenas as mãos sobre o corpo do paciente”, explica o professor de psicologia Renato Sampaio Lima, da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ahhh, o poder da sugestão. Era tudo picaretagem. Ou efeito placebo, para ser mais exato. Esta arte de cura disseminou-se entre outros praticantes no século XVIII e chegou aos Estados Unidos no início do século XIX. Mesmer foi expulso de vários países e cidades porque não conseguiu provar a eficiência do seu método, mas ganhava uma grana dos crédulos. “Em todos os lugares em que ele foi, a comunidade médica o repudiou. Ele pegava madames com doenças psicossomáticas leves, fáceis de tratar com placebo, e baseava o seu prestigio nesse efeito”, completa Sabbatini. O suposto sucesso não dependia das técnicas usadas, mas no seu poder de persuasão. Após muitas críticas, a prática do mesmerismo caiu em desuso no início do século XX.

sábado, 27 de novembro de 2010

JIMI HENDRIX - Are You Experienced?

HAPPY BIRTHDAY JIMI HENDRIX

PAISAGENS IMPRESSIONANTES

AURORA BUREAL SOBRE A NORUEGA

DINHEIRO FÁCIL É FODA

TROBAR DE MORTE - THE HARP OF DAGDA

A VILA CRUZEIRO E O COMPLEXO DO ALEMÃO: ORIGENS


Abrangendo os bairros da Penha, Olaria, Ramos, Bonsucesso e Inhaúma, o Complexo do Alemão possui 12 comunidades e é considerada uma das mais populosas do município do Rio de Janeiro.

As 12 comunidades que integram o Complexo do Alemão são: Morro da Baiana, Morro do Alemão, Alvorada, Matinha, Morro dos Mineiros, Nova Brasília, Pedra do Sapo, Palmeiras, Fazendinha, Grota, Vila Cruzeiro e Morro do Adeus

O seu núcleo é o Morro do Alemão, cuja denominação foi adotada para todas as áreas adjacentes, as quais integram o referido Complexo.

A história do seu nome remonta a década de 20 (Século XX), no período pós-Guerra (I Guerra Mundial), quando um imigrante de origem polonesa, Leonard Kaczmarkiewicz, chegou ao Rio de Janeiro e adquiriu terras na Serra da Misericórdia, que correspondia à região rural da Zona da Leopoldina. Até o final da década de 40, a referida área tinha esta vocação rural.

Devido as suas características físicas, branco e alto, assim como o seu sotaque estrangeiro, os moradores da região passaram a se referir ao proprietário da fazenda, Leonard Kaczmarkiewicz, como o "alemão". E, assim, logo depois, a própria localidade passou a ser denominada de Morro do Alemão.

A partir de 1951, Leonard Kaczmarkiewicz dividiu o seu terreno em lotes e passou a vendê-los, principalmente, para famílias que buscavam moradias baratas na Zona Norte. Foi, nesta época, que se verificou o início da ocupação do morro do Alemão.

Na década de 60, um grande fluxo de migrantes nordestinos , nos anos 80, o número dase destinou para o Alemão e população aumentou de forma bastante significativa, na localidade, em decorrência das invasões que ocorreram, autorizadas pelo então Governador do estado do Rio de Janeiro, Leonel Brizola.

Na década de 60, um grande fluxo de migrantes nordestinos se destinou para o Alemão e, nos anos 80, a ocupação se deu forma intensa e desordenada nos referidos morros do Complexo do Alemão, elevando o número da população local. Este processo se deu em decorrência das invasões autorizadas pelo, então, Governador do estado do Rio de Janeiro, Leonel Brizola.

FAVELA VILA CRUZEIRO


A sua ocupação se deu, no final do Século XIX, com escravos fugidos, que tinham a proteção de um padre, chamado Ricardo, que era republicano e abolicionista.

Este os abrigava em sua casa, os quais depois passaram a ocupar o morro. Sendo assim, o lugar ficou conhecido como Quilombo da Penha. A palavra Penha significa pedra.

Segundo fontes na Internet, a Princesa Isabel chegou a visitar o Santuário da Igreja da Penha, dezoito dias antes de assinar a Lei Áurea.

O nome Cruzeiro tem referência à igreja e, embora, eu não tenha obtido informação precisa de documentos oficiais, este deve ter relação ao cruzeiro, local onde as pessoas ascendem velas em oração aos mortos.

Com relação ao santuário, a igreja se tornou um importante centro de peregrinação religiosa, muito conhecida pela sua tradicional festa popular, datada das primeiras décadas do século XX.

É no mês de outubro que a festa da Igreja da Penha acontece em homenagem à Nossa Senhora da Penha. Nesta festividade, por influência histórica se misturavam portugueses com suas tradições católicas aos negros com o candomblé, a capoeira e o emergente samba.


FAVELA DA GROTA

O nome da comunidade se refere à localização geográfica onde esta se encontrada assentada. A expressão Grota se refere a uma depressão nas encostas, causadas por efeito de erosão e, justamente, a Comunidade da Grota se localiza numa depressão entre a Favela do Alemão e a Comunidade Alvorada.


As terras onde está localizada, atualmente, a favela Vila Cruzeiro foram doadas pelo seu antigo proprietário da fazenda, ali existente, à Irmandade da Igreja da Nossa Senhora da Penha. Dizem que, até hoje, estas terras pertencem à igreja.

27 DE NOVEMBRO DE 1978: HARVEY MILK ERA ASSASSINADO


Harvey Bernard Milk, nasceu em Nova York, dia 22 de maio de 1930 e morreu dia 27 de novembro de 1978 em São Francisco, Califórnia) era um ativista pelos direitos dos homossexuais nos Estados Unidos e tornou-se o primeiro ativista declaradamente homosexual a ser eleito para um cargo público nos Estados Unidos, como membro da Junta de Supervisores de San Francisco em 1977.

Milk nasceu e cresceu em Nova York, mesmo se reconhecendo homosexual, ele manteve isso em segredo até chega a idade adulta. Sua experiência na contracultura da década de 60, fez com que Milk começasse a apoiar a liberdade individual e a expressão da sexualidade.

Sempre muito inquieto, Milk mudava tanto de profissão como de casa até mudar-se definitivamente em 1972 para São Francisco. Ele passou a morar no bairro Castro, um famoso reduto de homosexuais e abriu a loja Castro Camera, que depois passaria a ser a sede central das suas campanhas e ponto de encontro de seus colaboradores.

Milk queria se candidatar a supervisor da cidade de São Francisco em 1973, ainda que encontrasse certa resistência entre os próprios homosexuais da área. Sua campanha chamou atenção da mídia, por falar descaradamente, por ser extravagante e obteve votos, apesar que não foram suficientes para ser eleito. Fez campanha novamente nas eleições seguintes, se auto-intitulando como "prefeito da Rua Castro". Dessa vez, os votos foram suficientes para permitir-lo apresentasse também a Assembléia Estatal da Califórnia.

Aproveitando-se da sua crescente popularidade, comandou o movimento gay contra diversas manifestações homofóbicas.

Milk foi eleito supervisor em 1977.

Esteve onze meses no posto de supervisor municipal e foi responsável da aprovação de uma estreita ordem sobre os direitos homosexuais em São Francisco. No dia 27 de novembro de 1978, Milk e o prefeito da cidade, George Moscone foram assassinados por Dan White, outro supervisor da cidade que tinha sido demitido e queria recuperar seu cargo. Tanto a eleição de Milk como os sucessos que seguiram ao seu assassinato provocaram muitas manifestações na cidade de São Francisco e gerou conflitos entre políticos e polícia mais conservadora.

Milk se converteu em um ícone pelos direitos dos homosexuais.

Em 2002 foi considerado o "funcionário abertamente homosexual mais famoso e influente dos Estados Unidos.

Recentemente foi feito um filme sobre a sua vida, tendo o ator Sean Penn vivido Milk no cinema.


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O GATO DESCONFIADO

VOCÊ NÃO IRIA DORMIR SEM SABER ESSA

ESTREOU EM 1942, NO DIA 26 DE NOVEMBRO, NO HOLLYWOOD THEATHER DE NOVA YORK, O FILME CASABLANCA

NEW YOUNG PONY CLUB - ICE CREAM

O LOUCO AMOR DE YVES SAINT LAURENT


A Embaixada da França no Brasil, em parceria com a distribuidora Art Films, irá apresentar a pré-estréia do documentário O Louco Amor de Yves Saint Laurent de Pierre Thoretton, dia 29 de novembro no Cinemaison. O filme conta a história da carreira e da vida pessoal do estilista francês e de seu companheiro e cofundador da Maison YSL, Pierre Bergé. Juntos construíram um império da moda e reuniram uma impressionante coleção de obras de arte ao longo de seus 50 anos de união. Com a morte de Yves Saint Laurent, em 2008, seu companheiro decidiu vender os objetos no que ficou conhecido como: o leilão do século. Narrado pelo próprio Bergé, o documentário mostra o amor, companheirismo e a tristeza da perda de um dos maiores ícones da moda. O documentário foi apresentado no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo 2010.

Endereço:
Av. Pres. Antonio Carlos, 58 - Centro - Rio de Janeiro Horário: 20h

Ator de “Ugly Betty” diz que matou “demônio” que vivia em sua mãe

O ator Michael L. Brea, 31, deu uma entrevista de dentro do hospital psiquiátrico onde está internado explicando o motivo de ter matado a própria mãe.

“Eu não matei ela. Eu matei o demônio que morava dentro dela”, afirmou ao jornal americano “NY Daily News”.

Segundo ele, Deus apareceu para ele durante um sonho e disse para ele que aquele seria seu último dia na Terra.

No dia do assassinato, ele disse que se sentiu como o personagem Neo de “Matrix”.

“Comecei a ouvir vozes e a me sentir poderoso”, contou.

Ao chegar em casa, ele diz que já sabia que iria matar a própria mãe e a atacou, achando que o “demônio” havia se apoderado do corpo dela.

“Eu estava cortando a minha mãe e escutei a polícia batendo na porta, mas sabia que eles não conseguiriam entrar porque os espíritos estavam me protegendo. Continuei cortando ela”, contou. “Ninguém poderia me deter. Eu estava fazendo o trabalho de Deus.”

Brea foi preso na terça-feira (23) após a mãe dele, Yannick, de 55 anos, ser encontrada decapitada e com diversas perfurações no corpo.

Praticante de artes marciais, o ator usou uma espada de samurai para cometer o crime.


BECK - LONESOME TEAR

É nos lugares mais felizes que acontecem mais suicídios

A gente sempre ouve falar por aí que países considerados de “primeiro mundo”, como Dinamarca, Suíça e Suécia, têm a melhor qualidade de vida no planeta. E que, por consequência, seus habitantes estão entre os mais satisfeitos do mundo. A parte estranha é que esses “lugares felizes” têm taxas bem altas de suicídios. “Por causa do frio”, a gente brinca. Mas será? Pesquisadores dos departamentos de economia da Universidade de Warwick, do Hamilton College e do Banco Central de São Francisco, todos nos EUA, foram checar.

Eles combinaram dados de duas grandes pesquisas (a World Values Survey e a US General Social Survey) para ver qual era a relação entre a felicidade do povo e a quantidade de pessoas que se mata em diferentes estados dos EUA. E a análise mostrou que a anormalidade é verdadeira: “os estados mais felizes têm maiores taxas de suicídio do que aqueles que são menos felizes”, aponta o estudo. “Por exemplo, Utah está em 1º lugar em satisfação com a vida, mas tem a 9ª maior taxa de suicídio. Enquanto isso, Nova Iorque é o 45º estado mais feliz, mas tem o menor índice de suicídios nos EUA”.

E a culpa, óbvio, não é do frio. “Pessoas infelizes em um lugar feliz podem se sentir especialmente maltratadas pela vida“, sugerem os pesquisadores.”Como somos sujeitos a variações de humor, as baixas podem ser mais toleráveis em um contexto – seja uma época ou um lugar – no qual outras pessoas também estejam infelizes“. Ou seja: choremos juntos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

E SE...

HOMENAGEM A FREDDIE MERCURY PELOS 19 ANOS DE SUA IDA

COMO NÃO ESTACIONAR O CARRO

VOCÊ NÃO IRIA DORMIR SEM SABER ESSA

Um amplexo é uma forma de pseudocópula usada por Anuros, em que o macho se coloca em cima da fêmea, mas sem que haja fertilização intera

TITANIC AFUNDOU POR ERRO DE MANOBRA


LONDRES (Reuters Life!) - O Titanic colidiu com um iceberg em 1912 por causa de um erro básico de manobra e só afundou tão rapidamente porque um executivo convenceu o capitão a continuar navegando, disse uma escritora em entrevista publicada nesta quarta-feira.

Louise Patten, que é neta de Charles Lightoller, segundo-oficial do Titanic, disse que a verdade sobre o quase centenário naufrágio ficou oculta para preservar a reputação de Lightoller, que depois se tornaria um herói de guerra.

Lightoller foi o mais graduado tripulante a sobreviver ao desastre. Segundo sua neta, ele acobertou o erro em dois inquéritos, nos EUA e na Europa, porque isso poderia levar os donos do navio à falência, deixando colegas seus desempregados.

"Eles poderiam ter facilmente evitado o iceberg se não fosse pelo erro", disse Patten ao diário Daily Telegraph. "Em vez de manobrar o Titanic em segurança em volta do iceberg, pela esquerda, assim que ele foi visto à frente, o piloto, Robert Hitchins, entrou em pânico e virou para o lado errado."

Patten fez as revelações por causa da publicação de seu novo romance, "Good as Gold" ("Bom como ouro"), que trata dessa versão. Ela disse que, por causa da então recente conversão dos navios, de vela para motores a vapor, havia dois sistemas diferentes de pilotagem.

Basicamente, num dos sistemas era preciso girar o timão para um lado; no outro sistema, para o lado oposto.

Depois que o erro foi cometido, segundo Patten, "eles tiveram só quatro minutos para mudar de rumo. Quando (o primeiro-oficial William) Murdoch notou o erro de Hitchins e eles tentaram retificá-lo, era tarde demais."

O avô da escritora não estava de plantão na hora da colisão, mas esteve presente na reunião final dos oficiais antes do naufrágio completo. Ali, ele ouviu não só sobre o erro, mas também o fato de que J. Bruce Ismay, presidente da empresa White Star Line, dona do navio, convenceu o capitão a continuar navegando, o que acelerou o afundamento em várias horas.

"Se o Titanic tivesse ficado parado, teria sobrevivido pelo menos até que o barco de resgate chegasse, e ninguém teria morrido", disse Patten.

O RMS Titanic era o maior navio de passageiros do mundo, e fazia sua viagem inaugural, de Southpampton (Inglaterra) para Nova York. Em 10 de abril de 1912, quatro dias depois de zarpar, ele naufragou com mais de 1.500 passageiros a bordo.

(Reportagem de Mike Collett-White)

A PIOR CENA

A morte mais trágica no cinema foi do ator Vic Morrow, no set de filmagem No Limite da Realidade (1983), uma homenagem de Steven Spielberg (o produtor) à série de suspense Além da Imaginação, que fez muito sucesso na televisão entre 1959 e 1964. Morrow interpretava um militar que, em uma cena de guerra, resgatava duas crianças e as levava para um helicóptero. Tudo ia muito bem até que o helicóptero ficou fora de controle e decapitou o ator e uma das crianças. A outra escapou das hélices, mas foi esmagada pelo helicóptero. As filmagens foram suspensas, o diretor John Landis e Spielberg foram processados, houve mudança nas leis trabalhistas para atores mirins, mas o filme foi lançado - sem a fatídica cena e sem as duas crianças, claro.