quinta-feira, 14 de abril de 2011
Orangotangos gostam de ser observados (e de nos observar também)
Será que os orangotangos se incomodam em passar o dia todo sendo observados no zoológico? Foi a pergunta que uma equipe de pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, se fez. E (por que não?) resolveram descobrir.
Durante alguns dias, eles analisaram o comportamento de cinco orangotangos no zoológico da cidade. O teste era o seguinte: por um tempo, a janela para o cativeiro dos bichos era deixada completamente aberta; depois, ficava metade fechada.
Isso dava aos animais a opção de ficarem atrás da parte coberta da janela quando e se quisessem privacidade. Mas quem disse que eles quiseram?
Em vez de fugir do olhar humano, todos preferiam ficar sentadinhos em plena exibição, olhando de volta para quem os observava. Passaram quatro vezes mais tempo encarando as pessoas do que escondidos ou olhando para outra direção.
Um dos cientistas envolvidos, professor Hemsworth, fez a constatação: “Isso sugere que podemos ser tão atrativos aos orangotangos quanto eles são para nós”.
Sério? E o que será que passa pela cabeça deles quando nos observam, hein? “Olha só, que engraçadinhos eles são…”
quarta-feira, 13 de abril de 2011
FILME - 9 A SALVAÇÃO

Tudo se passa em um mundo pós-apocalíptico, onde não há mais humanos. Nisso o boneco 9 ganha vida e que quase por acaso encontra uma comunidade de bonecos como ele, que vivem fugindo de terríveis máquinas cujo propósito é apenas dizimá-los. Apesar de ser o mais novo, 9 logo mostra liderança e comanda os demais a enfrentar as máquinas, pois viver escondidos não iria levá-los a lugar nenhum.
Mas até chegar aos seus inimigos, eles descobriram como o mundo chegou a esse ponto e por que as máquinas querem destruí-los.
FUNCIONÁRIO PÚBLICO É EXONERADO NO PARANÁ POR PARTICIPAR DE FILME PORNÔ
O governo do Paraná confirmou, no fim da tarde de hoje, a exoneração do chefe da regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), em Cascavel, Valter Pagliosa, em razão de denúncia feita pelo ex-governador e atual senador Roberto Requião (PMDB), pelo Twitter, de que ele teria participado de um filme pornográfico.
De acordo com a assessoria do governo, o governador Beto Richa (PSDB) foi 'surpreendido' pela informação, exonerando o auxiliar assim que houve confirmação por ele próprio. O ex-chefe disse que, em razão da polêmica, havia pedido a exoneração ao governador. A decisão ainda não foi publicada em Diário Oficial.
Pagliosa, que hoje à noite participa de uma reunião com seu grupo político em Cascavel, disse que o filme A Outra Metade, de 2006, não era pornográfico, mas 'erótico romântico', e, segundo ele, 'não tem cenas de sexo explícito'.
Ele foi presidente da Associação de Moradores do Bairro São Cristóvão, em Cascavel, e teve uma passagem como estagiário pelo IAP. A indicação para o cargo foi feita pelo deputado estadual Adelino Ribeiro (PSL).
O filme foi produzido pela Domínio Filmes e Atlântica Produções, da região de Cascavel, com participação de atores amadores. Na divulgação feita à época, ele era apresentado como tendo 'belas mulheres, cenários paradisíacos e cenas eróticas'. 'Trata-se de um romance erótico, onde o nu artístico é o destaque', diziam os produtores.
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Impressionante como as pessoas são cínicas, qual o problema se o rapaz já fez filme erótico? Isso foi há um tempo, claro que se fosse agora depois de ser nomeado chefe tudo bem, porque fere o código de ética onde diz que funcionário público tem que preservar a imagem da instituição. Engraçado que esses políticos roubam e nada acontece..isso sim é uma sacanagem
terça-feira, 12 de abril de 2011
FILME: O CASAMENTO DE RACHEL

Filme que discute relações familiares conturbadas. A festa de casamento de Rachel tem tudo para ser perfeita. Amigos e familiares reunidos numa bela cidade de Connecticut, num fim de semana repleto de comida, música e carinho. Mas quando Kim, a irmã mais nova de Rachel, chega após um longo período numa clínica de reabilitação, todos se preocupam. Com seu histórico de crises e conflitos familiares, Kim tem o dom de provocar grandes dramas em qualquer situação. Na festa, sua postura sarcástica faz reviver antigas feridas e transforma o casamento dos sonhos num campo de batalha.
Direção: Jonathan Demme
• Roteiro: Jenny Lumet
• Gênero: Drama
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 113 minutos
• Tipo: Longa-metragem
Fotógrafo tira fotos de olhos de insetos em closes incríveis
Thomas Shahan, um fotógrafo de 21 anos, mostrou o mundo dos besouros, aranhas e lagartas de uma maneira bem diferente. Para fazer cada foto, ele tem que se preparar por horas. Apesar disso, a espera vale a pena: ele consegue capturar imagens dos olhos dos bichos em closes incríveis, mostrando toda a sua complexidade. Os bichos podem ser feios, mas vistos desta forma os seus olhos são muito bonitos e hipnotizantes!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
VOCÊ NÃO IRIA DORMIR SEM SABER ESSA
PooPooPaper: papel é feito com cocô de animais herbívoros
Derrubar árvores para fazer papel não está com nada! Já ouviu falar na PooPooPaper? Trata-se de uma fábrica artesanal que usa o cocô de animais herbívoros, alimentados à base de pasto, como matéria-prima para a produção de papel.
Tem quem ache a ideia maluca ou nojenta, mas o fato é que funciona – e os fundadores da PooPooPaper estão ganhando muito dinheiro com ela! Afinal, esses bichos oferecem, de graça, todos os dias, um bocado de cocô lotado de fibras vegetais: a matéria-prima do papel. E não é exagero dizer que é de graça: a quantidade de esterco produzida pelos animais é tanta que chega a ser um problema para os zoológicos, que ficam felizes da vida em doar o cocô ao PooPooPaper.
Com matéria-prima grátis, a fábrica produz papel a um custo muito baixo e lucra ainda mais na hora das vendas – que, claro, estão bombando: afinal, o produto chama a atenção! Parte do lucro ainda é destinado para a preservação dos animais que “trabalham” para a PooPooPaper: elefantes, vacas, cavalos e pandas.
No site da iniciativa, os fabricantes explicam o passo a passo da transformação do cocô em papel e garantem que o produto final não tem nenhum cheiro. Lá os brasileiros também podem comprar os produtos da PooPooPaper – entre eles: bloquinhos, marcadores, agendas e, até, álbuns de fotos –, que já são comercializados em lojas de sete países da Europa e da América do Norte. Que tal trocar o papel feito de árvore por um fabricado com cocô?
Casais que falam como bebê são mais felizes
Ô, delixinha minha, toisinha mais totosa do mundo! É, voxêêê, voxê meeesmo, meu bebezinho. Vem cá com o seu amorzinho! Vamos ver um filmezinho hoje? Fofurinha! (Bilú, bilú.)
Sabe aqueles casais insuportáveis que falam desse jeito? Eles são mais felizes. Insuportavelmente mais felizes.
Em uma pesquisa feita nos EUA, 75% dos participantes assumiu usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os pesquisadores, os casais que falavam nesse tatibitati para adultosdemonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada.
A justificativa é que, ao abandonar o papel de “adulto normal”, assumindo seu lado bobão e romântico sem economia, a pessoa se permite criar um nível de intimidade mais elevado com a cara-metade. E isso, é claro, favorece o relacionamento.
domingo, 10 de abril de 2011
VOCÊ NÃO IRIA DORMIR SEM SABER ESSA
Educação Romana
Roma desenvolvia uma concepção de império formado de vários povos. Não discriminava o vencido e ainda lhe conferia o direito à cidadania romana, em troca do pagamento de impostos. Aliás, uma prática muito comum na época.
A Pedagogia em Roma está voltada para questões práticas. Surgiu por volta do século I a.C com Cícero (106 – 43 a.C.)que valorizou a fundamentação filosófica do discurso, sendo um dos mais importantes representantes da Humanitas[1]depois com Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.) que via na filosofia um modelo de orientação para o bem estar. E com Quintiliano (35 d.C – 95) professor de retórica, e influente pedagogo.
Cícero compreendia que a educação integral do orador requeria cultura geral, formação jurídica, aprendizado e argumentação filosófica, bem como o desenvolvimento de habilidades literárias e teatrais, igualmente importantes para o exercício da persuasão. Cícero foi um dos principais modelos dos pedagogos renascentistas.
Para Sêneca, os princípios pedagógicos romanos iniciaram a partir da compreensão da educação como preparação para o homem no ideal estóico, portanto, o domínio dos apetites pessoais. Enfatizando a formação moral e minimizando a importância à retórica. Preservando a individualidade através da psicologia.
Já Quintiliano preferiu os aspectos técnicos da educação, sobretudo da formação do orador. Valorizando também a psicologia, como instrumento para conhecer a individualidade do aluno. Ele não pretendeu limitar-se a discussões teóricas, mas procurou fazer observações técnicas às indicações práticas.
Como método pedagógico sugeriu o ensino simultâneo da leitura e da escrita, criticando as formas vigentes, por dificultar a aprendizagem. Recomendando alternar trabalho e recreação para que a atividade escolar fosse menos árdua e mais proveitosa. Quintiliano considerava importante que a criança aprendesse em grupo, porque isso favoreceria a competição entre elas, de natureza altamente saudável e estimulante. Como a prática dos exercícios físicos, realizada sem exageros.
Incentivou o uso da clareza, da correção, da elegância e dos clássicos como Homero e Virgílio no estudo de gramática, reconhecendo os aspectos estéticos, espirituais e éticos.
Sendo assim, podemos concluir sem dúvidas, que Cícero, Sêneca e o pedagogo Quintiliano personalizaram a pedagogia romana de sua época, e este legado pode ser facilmente reconhecido em nossos dias.
[1] Significa uma cultura universalizada, equivalente à Paidéia, distingue-se dela por se tratar de uma cultura predominantemente humanística e, sobretudo cosmopolita e universal, buscando aquilo que caracteriza o homem, em todos os tempos e lugares. Concepção que não se restringe ao ideal de homem sábio, mas se estende à formação do homem virtuoso, como ser moral, político e literário.
Referências Bibliográficas:
ARANHA, Maria Lúcia. História da Educação. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Moderna, 1996.
CÍCERO. Dos Deveres. São Paulo: Martin Claret, 2001.









