quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Dormir pouco pode levar à morte prematura, diz estudo

Pesquisadores italianos e britânicos afirmaram que pessoas que dormem menos de seis horas por noite poderão ter uma morte prematura.

De acordo com um estudo feito pelos cientistas da Universidde de Warwick em colaboração com a Universidade de Medicina Federico 2º em Nápoles, Itália, pessoas que regularmente dormem menos que seis horas por noite tem chances 12% maiores de morrer em um período de 25 anos do que as pessoas que dormem o período ideal, de seis a oito horas.

O estudo, publicado na revista especializada Sleep, analisou os padrões de sono e mortalidade de 1,3 milhão de pessoas compilados em 16 pesquisas anteriores da Grã-Bretanha, Estados Unidos, países da Europa e da Ásia. Estas pessoas foram acompanhadas durante 25 anos - mais de 100 mil mortes foram registradas entre elas.

Na análise, os cientistas concluíram que a morte prematura pode ter ligações com pouco tempo de sono por noite ou sono excessivo, fora da faixa considerada "ideal", entre seis e oito horas.

Mas, enquanto poucas horas de sono podem ter uma ligação direta com problemas de saúde levando a uma morte prematura, o excesso de sono pode ser apenas um sintoma de outros problemas de saúde já estabelecidos, segundo os pesquisadores.

"Dormir de seis a oito horas por noite pode ser mais favorável para a saúde. A duração do sono deve ser encarada como um fator de risco comportamental adicional, ou marcador de risco, influenciado pelo ambiente e possivelmente tratável, por meio de educação e aconselhamento, além de medidas de saúde pública voltadas para uma modificação dos ambientes físico e de trabalho", afirmou o professor Francesco Cappuccio, chefe do Programa de Sono, Saúde e Sociedade da Universidade de Warwick.

Sociedade moderna

Para Cappuccio, existe na sociedade atual uma redução gradual do tempo de sono.

"A sociedade moderna está vivenciando uma redução gradual na quantidade média de sono que as pessoas conseguem ter e este padrão é mais comum entre os que trabalham em período integral, sugerindo que isto ocorre devido a pressões da sociedade para o aumento nas horas de trabalho", afirmou.

"Por outro lado, a deterioração de nossa saúde geralmente é acompanhada por uma extensão de nosso tempo de sono", acrescentou.

No entanto, Cappuccio afirma que são necessários mais estudos para entender exatamente a razão de o sono parecer tão importante para a boa saúde.

Para o professor Jim Horne, do Centro de Pesquisa do Sono de Loughborough, na Grã-Bretanha, outros fatores podem estar envolvidos na morte prematura, e não apenas o sono.

"O sono é apenas uma espécie de indicador para a saúde física e mental. O sono é afetado por muitas doenças e condições, incluindo depressão", disse.

E, segundo Horne, melhorar o sono pode não fazer com que uma pessoa se sinta melhor ou viva mais.

"Mas, dormir menos que cinco horas por noite sugere que algo provavelmente não está certo."

"Cinco horas é insuficiente para a maioria das pessoas e ficar sonolento durante o dia aumenta o risco de um acidente no trânsito ou enquanto a pessoa opera máquinas perigosas", afirmou.

Empresa americana lança perucas para cães

Uma empresa na Califórnia criou um novo produto para o mercado de acessórios para animais de estimação: as perucas para cães.

As perucas foram criadas em 2007 para um desfile de cães, e os acessórios receberam tantos pedidos que as empresárias Jenny e Crissy Slaughter decidiram começar a produzir as perucas em maior escala.

Cada peruca custa, em média, US$ 30 (cerca de R$ 69). Atualmente, elas já são vendidas em seis países, e outras empresas americanas passaram a produzir acessórios semelhantes para cães e gatos.

As primeiras perucas foram inspiradas nos cabelos de celebridades como Paris Hilton e a modelo Bettie Page. Atualmente, a empresa conta com mais modelos, que incluem uma peruca afro e outras coloridas.

Em entrevista à BBC Brasil, Jenny Slaughter, uma das proprietárias da Total Diva Pets, admite que - apesar do sucesso - algumas pessoas consideram as perucas "tolas" e "desnecessárias".

"Sabemos que animais não precisam de perucas, mas são acessórios divertidos para cachorros que já têm tudo", afirma.

Mercado

O mercado de acessórios para animais de estimação vem crescendo de maneira significativa. Marcas famosas como Gucci, Burberry e Louis Vuitton já dedicaram coleções especiais a essa nova moda.

Além das perucas, acessórios como sapatos, óculos de sol, coleiras customizadas e roupas também estão disponíveis para os animais de estimação.

No Brasil, dados de 2007 da Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfal Pet) indicam que o segmento da indústria e do comércio de produtos para animais de estimação - que inclui medicamentos, alimentos, acessórios e serviços - movimentou US$ 4 bilhões.

Desse total, a contribuição de acessórios e equipamentos foi de US$ 215 milhões.

Segundo Slaughter, os donos acabam comprando mercadorias que "combinam com a atitude dos animais"

Por que o Natal é comemorado em 25 de dezembro?

Parece incrível, mas a escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e "cristianizaram" a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354. A tal festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível"), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25. A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. "Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro", diz Caldas. O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.

TAGETES PATULA

VOCÊ NÃO IRIA DORMIR SEM SABER ESSA

O nome da boneca Barbie foi inspirada no nome Bárbara, nome da filha de sua criadora Ruth Handler

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ISSO VAI DOER

Transplante de célula tronco pode ter curado paciente com HIV

No mês mundial de combate à AIDS, pesquisadores comemoram um avanço: relatório publicado na última semana aponta que o transplante de célula tronco pode ter curado um paciente com HIV.

O nome do agora HIV negativo é Timothy Ray Brown, também conhecido como “paciente de Berlim”. Ele recebeu o transplante em 2007 como parte de um tratamento para a leucemia. O relatório publicado pelos seus médicos no dia 8 de dezembro na revista Blood afirma que os resultados de testes extensivos “sugerem fortemente que a cura da infecção pelo HIV foi alcançada”.

O caso de Brown foi noticiado pela primeira vez em 2008, quando os primeiros testes pós-cirurgia apontaram negativo pra HIV. Desde esse período, o caso do “paciente de Berlim” vem sendo acompanhado. E os testes continuaram dando negativo. O que os médicos divulgaram agora é que o paciente chegou ao quarto ano pós transplante de medula aparentemente livre do HIV. Ou seja: a chance de que ele esteja mesmo curado é muito maior, depois de tanto tempo e de tantos testes.

O resultado não significa a prova de uma cura para o vírus, que já dizimou mais de 25 milhões de pessoas e hoje se hospeda no organismo de outros 35 milhões. Mas a notícia abre caminho para a construção de uma cura definitiva para o HIV através de células-tronco geneticamente modificadas. O passo seguinte é testar o método (transplante de medula com célula tronco) em voluntários. E ver se dá certo com mais gente.

OS CAGÕES DE 2010

Arqueólogos estudam práticas sexuais de civilizações pré-colombianas

Um grupo de arqueólogos mexicanos publicou uma série de ensaios sobre os costumes sexuais das civilizações pré-colombianas do México e da América Central, revelando segredos que permaneceram ocultos por quase 500 anos.

Os documentos apontam para práticas que escandalizaram os espanhóis, que chegaram à região no século 16.

O conceito de sexualidade dos habitantes originais das Américas era muito diferente do europeu, que tinha uma visão moral e religiosa sobre o tema. Nas culturas mesoamericanas (como eram conhecidas as civilizações indígenas da região que vai do centro do México à América Central), o sexo era um elemento de ordem social, explica Enrique Vale, editor da revista Arqueologia Mexicana, que publicou os ensaios.

“A sexualidade ia além da função reprodutiva, era vista como uma maneira de assegurar a marcha do mundo”, disse Vale à BBC.

Salão secreto

Durante centenas de anos, as práticas sexuais das civilizações mesoamericanas foram praticamente ocultadas, e mesmo na época moderna o tema foi abordado sob um ponto de vista moral.

Em 1926, por exemplo, o antropólogo Ramón Mena reuniu uma mostra de esculturas fálicas e outros objetos das civilizações pré-colombianas que faziam referência à sexualidade.

A coleção, no entanto, nunca foi aberta ao público e permaneceu escondida durante várias décadas em um salão secreto do antigo Museu Nacional de Antropologia na Cidade do México.

Muitas peças eram falsas, mas as que tiveram sua legitimidade confirmada foram distribuídas depois em mostras das diferentes culturas pré-colombianas.

Rito de passagem

Os ensaios publicados na revista Arqueologia Mexicana revelam, por exemplo, que a homossexualidade era uma prática comum na civilização maia.

Este era um elemento a mais na formação dos jovens, explicam os antropólogos Stephen Houston e Karl Taube no ensaio “A sexualidade entre os antigos maias”.

“As relações entre pessoas do mesmo sexo eram próprias do tempo dos ritos de passagem, em que um menino se transformava em um homem”, explicam.

A homossexualidade está presente em quase todas as culturas pré-colombianas, mas foi abordada de maneiras diferentes pelas diferentes civilizações.

Por exemplo, entre os astecas, que dominavam a região central do que é hoje o México, as relações entre pessoas do mesmo sexo não eram bem vistas.

Este elemento se refletia também nas divindades pré-colombianas, muitas das quais tinham, em maior ou menor escala, aspectos femininos e masculinos, explica o historiador Guilhem Olivier em seu ensaio “Entre o pecado nefando e a integração. A homossexualidade no México antigo”.

Masturbação ritual

Deus chaac com deusa lunar

Um deus chaac com a deusa lunar. A posição dos dois sugere uma cópula (cortesia da Arqueologia Mexicana)

Em algumas culturas, a masturbação era um tema vinculado à fertilização da terra.

Os maias, como outras civilizações mesoamericanas, praticavam a masturbação como uma maneira de fecundar a terra, que em algumas civilizações era considerada um símbolo feminino.

“Há indícios de que os maias tinham objetos sexuais de madeira, usados como consolos e descritos pudicamente em um relatório arqueológico como uma efígie fálica”, afirmam.

A atitude frente à masturbação é uma das práticas que torna mais evidente a diferença entre as culturas pré-colombiana e espanhola, diz Vela.

Há ainda outro elemento: em algumas culturas mesoamericanas, o erotismo não era um elemento central na sexualidade, mas era visto como uma forma de ordenar o planeta, que tem um lado feminino e um lado masculino, assim como existia o em cima e o embaixo, afirma o editor.

Fogo e sal contra os adúlteros

Em termos gerais, as transgressões sexuais eram castigadas com severidade nas culturas mesoamericanas.

O adultério, por exemplo, era castigado com a morte em algumas civilizações, e em outras, como a dos astecas, permitia ao marido traído arrancar a mordidas o nariz dos adúlteros.

Os purepechas tinham outro castigo: no caso dos adúlteros terem assassinado o marido, o amante era queimado vivo enquanto água com sal era jogada sobre ele até sua morte.

O adultério era castigado por uma forte razão: em algumas culturas, acreditava-se que a prática causava desequilíbrio para a comunidade e o cosmos, destacam Miriam López e Jaime Echeverría em seu ensaio “Transgressões sexuais no México antigo”.

A presença do transgressor provocava desgraças, como a perda de colheitas ou a morte de crianças, e em alguns casos chegava-se a acreditar que ela poderia provocar o fim de uma época.

Como exemplo, eles citam que o líder asteca Moctezuma destruiu um local de prostituição, porque acreditava que as transgressões públicas das prostitutas teriam feito com que os deuses permitissem que os espanhóis chegassem e impusessem seu domínio.

Documentário conta drama de gêmeo criado como menina após perder pênis

O drama de um menino canadense criado como menina após perder o pênis em um acidente durante um procedimento de circuncisão nos anos 1960 é o tema de um programa transmitido nesta semana pelo Serviço Mundial da BBC.

Os gêmeos Bruce e Brian Reimer nasceram como meninos perfeitos, mas após sete meses, começaram a apresentar dificuldades para urinar.

Sob orientação médica, os pais, Janet e Ron, levaram os dois a um hospital para serem circuncidados.



Na manhã seguinte, eles receberam uma ligação telefônica devastadora – Bruce tinha sido envolvido em um acidente.

Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi. O equipamento elétrico apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis de Bruce.

A operação de Brian foi cancelada, e o casal levou os gêmeos de volta para casa.

Psicólogo

Vários meses se passaram, e eles não tinham ideia do que fazer até que um dia encontraram um homem que mudaria suas vidas e as vidas de seus filhos para sempre.

John Money era um psicólogo especializado em mudança de sexo. Ele acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

“Estávamos assistindo a TV”, lembra Janet. “O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando.”

Janet escreveu para Money, e poucas semanas depois ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele – um gêmeo idêntico.

Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia, e Money genuinamente acreditava que Bruce tinha uma chance melhor de levar uma vida feliz como mulher do que como um homem sem pênis.

Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em Brenda. Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração.

Segredo

Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo que ela havia nascido como menino.

A partir de então, eles passaram a ter uma filha, e todos os anos eles visitavam Money para acompanhar o progresso dos gêmeos, no que se tornou conhecido como o “caso John/Joan”. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

“A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja”, registrou Money em uma das primeiras consultas.

Mas em contraste, ele também observou: “A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas”.

Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.

“Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente", afirmou.

"O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, do comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros."

Suicida

No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas.

"Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina", lembrou Janet. "Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária."

Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que Brenda tinha nascido como um menino.

Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.

Mas, o que David não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como "John/Joan", em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o "sucesso" da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles.

"Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis", disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.

"Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele."

Depressão

Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da esposa.

Na primavera de 2002 seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.

Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.

"Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei", conta Janet.

Casos como o "John/Joan", quando ocorre um acidente, são muito raros. Mas decisões ainda estão sendo tomadas sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofre do que atualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

"Agora temos equipes multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país, então a decisão será tomada por uma ampla série de profissionais", explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.

"Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão", acrescentou.

Carmichael afirma que, segundo sua experiência, estas decisões tem sido mais bem sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

"Fico constantemente surpresa como, com apoio, estas crianças são capazes de enfrentar e lidar (com o problema)", disse.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

UM TESOURO NO FIM DO ARCO ÍRIS?

MEDO DO CONTROLE

domingo, 19 de dezembro de 2010

GÊISER NO PARQUE YELLOWSTONE

Como você abre seu presente diz muito sobre você

A autora de livros sobre comportamento humano Elayne Kahn resolveu analisar nossa linguagem corporal quando ganhamos presentes de outras pessoas. Com o resultado em mãos, ela montou uma tabela que relaciona o ato a características de nossa personalidade, depois de entrevistar os voluntários que participaram da pesquisa. Veja se você se encaixa em um dos perfis, bem no clima natalino:

Se você chacoalha o presente e tenta adivinhar o que tem dentro – é dramático e precisa ser o centro das atenções. É também um grande contador de histórias.

Se você abre o cartão primeiro – é pensativo e sensível. Não tem atitudes compulsivas – como gastar os tubos no cartão de crédito quando sai às compras. E liga para o que as pessoas pensam sobre você.

Se coloca seus presentes em volta para que todos vejam – adora entreter os outros, é animado e divertido. Divide as coisas com mais facilidade.

Se abre os presentes quando está só – também chora só, não divide opiniões ou sentimentos com os outros. Pode se sentir isolado pelos pares, mesmo não sendo.

Se espera para abrir seus presentes por último – é inseguro e preocupado. Pode se passar por egoísta, mas é pura timidez.

VAMOS PULAR

Mãe recorre à Justiça contra brinquedos do McLanche Feliz

Uma mãe da Califórnia, apoiada por uma organização de defesa do consumidor, iniciou nesta quarta-feira uma ação contra o McDonald’s para exigir que a rede de lanchonetes suspenda a utilização de brinquedos para atrair as crianças. “A mãe de dois meninos de Sacramento, Califórnia, denuncia que o McDonald’s usa brinquedos como isca para que seus filhos peçam, aos gritos, para comer o McLanche Feliz, algo nutricionalmente pobre”, revela o Center for Science in the Public Interest (CSPI), grupo que apoia a ação.

O CSPI destacou que a ação não busca uma compensação econômica, mas sim o fim da prática de dar brinquedos em troca de alimentos com muitas calorias, gorduras saturadas e açúcar, algo que viola a lei de defesa do consumidor na Califórnia.

“As ofertas do McDonald’s são principalmente carne gordurosa, queijos gordurosos, batatas fritas, farinha branca e açúcar, uma combinação limitada que favorece ao aumento de peso, à obesidade, à diabetes e às doenças do coração…”, destacou o diretor executivo do CSPI, Michael F. Jacobson.

A Câmara Municipal de São Francisco aprovou em novembro a proibição, a partir de dezembro de 2011, da distribuição de brinquedos com o McLanche Feliz acima de 600 calorias, mas o prefeito da cidade, Gavin Newsom, vetou a medida por considerar que “são os pais, e não os políticos, que devem decidir o que os filhos comem”.

Fonte: AFP

MÁQUINA VENDE CARANGUEJOS VIVOS

Quanta crueldade com os bichos...

Porra, é assustador. Só podia vir da China.

Uma máquina que vende caranguejos tal como aquelas máquinas que vendem tabaco.

Caranguejos são mantidos a 5ºC para ficarem vivos mas meio zombies

Esta aqui é mantida a 5ºC para que os bichos entrem em estado de hibernação, garantindo assim a sua frescura.

O dono indica que se o caranguejo não acordar do estado zombie quando sai da máquina, ele oferece 3 caranguejos vivos.

O preço varia entre R$ 3.50 e R$ 12,00 dependendo do peso do caranguejo.

sábado, 18 de dezembro de 2010

SALVANDO UM BEIJA-FLOR (LINDO)

SE O DIA TIVESSE PHOTOSHOP